Trump diz que EUA tratarão de Cuba depois de lidar com o Irã
Em comício na Flórida, presidente americano afirmou que enviará o secretário de Estado, Marco Rubio, para finalizar um acordo com Havana.
Revisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil

Resumo rápido
- Trump afirmou nesta sexta-feira (23) que os EUA vão tratar de Cuba depois de lidar com o Irã.
- A declaração foi dada em comício na Flórida, segundo o g1.
- Segundo Trump, o secretário de Estado, Marco Rubio, será enviado para finalizar um acordo.
- No mês passado, Trump previu um acordo entre EUA e Cuba e disse não crer que ação militar fosse necessária, segundo o g1.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (23) que o país vai se ocupar de Cuba depois de resolver a situação com o Irã. A declaração foi feita durante um comício na Flórida, segundo o g1.
Trump disse ainda que o secretário de Estado, Marco Rubio, será enviado para finalizar um acordo. De acordo com a Folha, o envio seria à ilha, e o objetivo do entendimento seria atenuar a crise em Havana, descrita pelo jornal como uma das piores de sua história.
Há uma diferença na tradução da fala do presidente entre os veículos. A Folha informa que ele disse que os EUA vão "dar um jeito" em Cuba, enquanto o g1 relata que ele falou em "cuidar" do país. Nos dois casos, o sentido apontado é o de que o tema cubano virá depois do Irã.
Previsão feita no mês passado
Segundo o g1, Trump já havia previsto no mês passado que Estados Unidos e Cuba chegariam a um acordo. Na ocasião, de acordo com o veículo, ele disse não acreditar que uma ação militar fosse necessária.
As fontes consultadas não detalham os termos do acordo mencionado, nem o prazo para a viagem de Rubio ou para as ações envolvendo o Irã.
Perguntas frequentes
Quem vai finalizar o acordo com Cuba, segundo Trump?
Trump disse que enviará o secretário de Estado, Marco Rubio, para finalizar o acordo. As fontes não informam quando isso ocorrerá.
Trump descartou ação militar contra Cuba?
Segundo o g1, no mês passado Trump disse não acreditar que uma ação militar fosse necessária e previu que haveria acordo. As fontes não trazem nova declaração sobre o tema nesta sexta.
Fontes
Folhag1Comentários
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