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Dólar fecha a R$ 5,34 com Fed mantendo juros e foco na meta fiscal de 2027

Moeda recuou 0,19% nesta quarta (28), dia em que o banco central dos EUA manteve a taxa em 3,75% a 4% e o governo brasileiro prometeu medidas fiscais.

Texto: Redação
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SabrinaRevisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil
Dólar fecha a R$ 5,34 com Fed mantendo juros e foco na meta fiscal de 2027
Foto: G. Edward Johnson / Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

Resumo rápido

  • O dólar comercial fechou a R$ 5,34 em 28/10, com queda de 0,19%.
  • O Fed manteve os juros dos EUA entre 3,75% e 4,00% ao ano, em votação de 10 a 2.
  • Lisa Cook e Beth Hammack queriam alta de 0,25 ponto percentual.
  • O ministro Dario Durigan disse que o governo apresentará um PLC para buscar o centro da meta fiscal de 2027.

O dólar comercial terminou a quarta-feira (28/10) cotado a R$ 5,34, com recuo de 0,19% em relação ao fechamento da terça-feira (27/10). Pela manhã, às 9h10, a moeda era negociada a R$ 5,35, com variação de 0,09%, em um dia de poucas mudanças. Segundo o Metrópoles, o mercado olhava ao mesmo tempo para o cenário interno e para a decisão de juros nos Estados Unidos.

O que o Fed decidiu

O Federal Reserve (Fed), banco central americano, manteve a taxa básica de juros na faixa de 3,75% a 4,00% ao ano. A decisão já era esperada pelo mercado financeiro, mas não foi unânime: o comitê de política monetária (FOMC) votou por 10 a 2. De acordo com o Poder360, as duas divergências foram de Lisa Cook e Beth Hammack, que defendiam alta de 0,25 ponto percentual, para a faixa de 4,00% a 4,25%.

Na reunião anterior, em setembro, o Fed havia elevado os juros em 0,25 ponto percentual. Segundo o UOL, foi a primeira alta desde julho de 2023. Para o g1, a disparada do petróleo, em meio às tensões no Oriente Médio, mantém a inflação no radar da instituição. A Folha informou que o Fed optou por esperar novos dados sobre a inflação e por adiar mudanças até depois das eleições de meio de mandato nos EUA, previstas para a semana seguinte.

No comunicado, o Fed avaliou que a atividade econômica americana cresce em ritmo forte e que o desemprego varia pouco. Também afirmou que a inflação segue elevada e acima da meta de longo prazo, de 2%.

Meta fiscal no radar interno

No Brasil, a expectativa estava voltada a medidas do governo para buscar o centro da meta fiscal em 2027. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse na terça-feira que o Executivo apresentará propostas nesse sentido, por meio de um Projeto de Lei Complementar (PLC). Ele afirmou ainda que outras medidas estão em avaliação.

A meta para 2027 é um superávit de 0,50% do Produto Interno Bruto (PIB), equivalente a R$ 73,2 bilhões. Superávit significa que as receitas superam as despesas. Há uma margem de tolerância de 0,25% do PIB para cima ou para baixo, e a meta é considerada cumprida com resultado positivo de ao menos R$ 36,6 bilhões.

O que isso significa para o bolso

O câmbio influencia o preço de produtos importados, de insumos usados pela indústria e de serviços como viagens internacionais. Juros mais altos nos EUA tendem a tornar os títulos americanos mais atrativos, o que costuma pressionar o dólar em relação a outras moedas. Já o desempenho das contas públicas é acompanhado por investidores e pode afetar a percepção de risco do país, o que se reflete em juros e câmbio.

Não foram detalhados nas fontes o conteúdo exato do PLC nem a data de envio ao Congresso. Também não há indicação, nos textos, de quando o Fed voltará a mexer na taxa.

Perguntas frequentes

Qual é a meta fiscal de 2027?

Um superávit de 0,50% do PIB, ou R$ 73,2 bilhões, com tolerância de 0,25% do PIB para mais ou para menos. O piso para cumprimento é um superávit de R$ 36,6 bilhões.

Por que a decisão do Fed não foi unânime?

Dois integrantes do comitê, Lisa Cook e Beth Hammack, defenderam elevar a taxa em 0,25 ponto percentual, segundo o Poder360. Os outros dez votaram pela manutenção.

Fontes

MetrópolesPoder360UOLg1InfoMoney

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Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado pela redação. Encontrou um erro? Fale com a gente.

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