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Democrata Roy Cooper vence disputa pelo Senado na Carolina do Norte

Ex-governador derrotou o republicano Michael Whatley, segundo projeções da imprensa americana. Estado não elegia senador democrata desde 2008.

Texto: Redação
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SabrinaRevisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil
Democrata Roy Cooper vence disputa pelo Senado na Carolina do Norte
Foto: NetwonsBucket / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Resumo rápido

  • Roy Cooper, democrata, venceu a disputa pelo Senado na Carolina do Norte, segundo projeções da imprensa americana.
  • Ele derrotou o republicano Michael Whatley, ex-presidente do Comitê Nacional Republicano.
  • Segundo a BBC News Brasil, o estado não elegia um senador democrata desde 2008.
  • A vaga era de Thom Tillis, que decidiu não buscar novo mandato após divergências com Donald Trump.
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O democrata Roy Cooper venceu a disputa pelo Senado dos Estados Unidos na Carolina do Norte, nas eleições de meio de mandato realizadas nesta terça-feira. A informação é de projeções da imprensa americana, citadas pela BBC News Brasil, que menciona a emissora CBS, e pelo UOL. A cadeira era ocupada pelo republicano Thom Tillis.

O adversário de Cooper foi Michael Whatley, ex-presidente do Comitê Nacional Republicano (RNC). De acordo com a BBC News Brasil, é a primeira vez desde 2008 que o estado elege um senador democrata. A publicação afirma ainda que o resultado integra um desempenho do Partido Democrata que levou a legenda a assumir o controle do Congresso nesta eleição.

Trajetória e campanha de Cooper

Cooper tem 69 anos. Antes de se candidatar ao Senado, foi governador da Carolina do Norte de 2017 a 2025 e, em período anterior, ocupou o cargo de procurador-geral do estado. Segundo a BBC News Brasil, sua campanha se concentrou na redução do custo de alimentos e mantimentos, além de temas como saúde, energia e serviços públicos, cuidados infantis e moradia.

Em discurso a apoiadores em Raleigh, capital do estado, o democrata disse que o eleitorado fez sua voz ser ouvida. Ele afirmou que, para muitas pessoas no estado, a classe média passou a parecer um sonho distante, enquanto os americanos mais ricos acumulavam fortunas às custas dos demais. Cooper declarou que levará essa mensagem a Washington e que pretende trabalhar para mudar esse quadro.

Whatley, por sua vez, foi escolhido pessoalmente pelo presidente Donald Trump para disputar a vaga. Conforme a BBC News Brasil, ele prometeu implementar a agenda do presidente no Congresso, combater a imigração ilegal e reverter políticas adotadas por democratas.

A saída de Tillis e o cenário no estado

Thom Tillis anunciou no ano passado que deixaria o Senado e não buscaria um terceiro mandato de seis anos. A decisão veio depois de ele votar contra o pacote de políticas internas defendido por Trump, o que o colocou em rota de colisão com o próprio Partido Republicano. Após a votação, o presidente o criticou com termos depreciativos e ameaçou apoiar outros candidatos caso Tillis tentasse a reeleição.

A Carolina do Norte tem duas vagas no Senado. A outra é ocupada por Ted Budd, republicano eleito em 2023 para seu primeiro mandato de seis anos. Com o resultado desta terça-feira, o estado passa a ter uma representação dividida entre os dois partidos, segundo os dados apresentados pelas fontes.

O que ainda não foi detalhado

As fontes consultadas baseiam o resultado em projeções da imprensa americana e não informam percentuais de votos, margem de vantagem nem o número total de votos de cada candidato. Também não há detalhes sobre a data da posse de Cooper nem sobre a composição final do Senado e da Câmara após a eleição de meio de mandato.

Até o momento da publicação das fontes, não havia na cobertura citada manifestação de Michael Whatley sobre o resultado.

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Perguntas frequentes

Quem é Roy Cooper?

Tem 69 anos, foi governador da Carolina do Norte de 2017 a 2025 e, antes disso, procurador-geral do estado, segundo a BBC News Brasil.

Por que Thom Tillis não disputou a reeleição?

Ele anunciou a aposentadoria do Senado no ano passado, após votar contra o pacote de políticas internas de Trump e romper com o Partido Republicano, conforme a BBC News Brasil.

Fontes

BBC News BrasilUOL

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Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado pela redação. Encontrou um erro? Fale com a gente.

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