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NASA encerra missão do telescópio Swift após falha em tentativa de resgate

Nave privada LINK não conseguiu elevar a órbita do observatório, que deve reentrar na atmosfera da Terra nas próximas semanas, segundo o Olhar Digital.

Texto: Redação
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SabrinaRevisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil
NASA encerra missão do telescópio Swift após falha em tentativa de resgate
Foto: NASA's Scientific Visualization Studio - eMITS/Scott Wiessinger, University of M / Wikimedia Commons (Public domain)

Resumo rápido

  • A NASA encerrou a missão do telescópio Swift após a falha de uma tentativa de resgate.
  • A nave LINK, da Katalyst Space Technologies, teve problemas de propulsão e nas rodas de reação cerca de três semanas após o lançamento, em 3 de julho.
  • O Swift perde altitude por arrasto atmosférico e deve reentrar na atmosfera nas próximas semanas.
  • Os dados coletados em mais de 20 anos seguirão disponíveis para pesquisas.

A NASA deu por encerrada a missão do telescópio espacial Swift depois que uma tentativa de resgate não deu certo. O observatório, que passou mais de 20 anos estudando o Universo, está perdendo altitude e deve reentrar na atmosfera da Terra nas próximas semanas, de acordo com informações publicadas pelo Olhar Digital.

A tentativa de resgate

A operação foi conduzida pela Katalyst Space Technologies, empresa do Arizona, nos Estados Unidos. A companhia criou a nave LINK com a função de alcançar o telescópio e empurrá-lo para uma órbita mais alta, o que permitiria que ele seguisse com as observações científicas.

O Swift vinha caindo por causa do arrasto atmosférico, ou seja, a resistência causada pelos resquícios de atmosfera que ainda existem na altitude em que ele orbita. O telescópio não tem propulsores capazes de compensar essa perda. Em setembro de 2025, a NASA firmou com a Katalyst um contrato de US$ 30 milhões (cerca de R$ 162 milhões) para tentar salvá-lo.

A solução previa uma nave do tamanho aproximado de uma geladeira, com três braços robóticos. O plano era que a LINK chegasse até o Swift, o prendesse e o levasse para uma órbita mais alta. A missão era inédita: até então, nenhuma nave privada havia capturado e elevado um satélite que não tivesse sido projetado para esse tipo de manutenção. O tempo também pesava, já que o telescópio continuava perdendo altitude durante a preparação.

O que deu errado

Cerca de três semanas depois do lançamento da LINK, em 3 de julho, a nave apresentou problemas no sistema de propulsão e nas rodas de reação, componentes responsáveis por manter sua orientação no espaço. Com as falhas, a LINK passou a girar em velocidade inesperada e não conseguiu capturar nem elevar o Swift.

A nave chegou, porém, a se aproximar do observatório e a fotografá-lo. A distância entre os dois ficou entre 12 e 15 quilômetros, o que não bastou para concluir a manobra.

Mesmo sem o resultado esperado, a NASA avaliou que o projeto ajudou no desenvolvimento de tecnologias de manutenção robótica no espaço e serviu para testar se esse tipo de operação pode ser realizado em prazos curtos.

Quem é o Swift

O telescópio recebeu oficialmente o nome de Neil Gehrels Swift Observatory em 2018, em homenagem ao seu primeiro investigador principal, que morreu no ano anterior. O Swift é conhecido por observar o Universo em diferentes faixas de luz, entre elas eventos muito energéticos, como as explosões de raios gama.

Com o fim da missão, o observatório deve voltar à atmosfera terrestre nas próximas semanas. Os dados acumulados ao longo de mais de duas décadas continuarão disponíveis para pesquisas científicas. As fontes consultadas não detalham a data exata da reentrada nem o local previsto, e também não esclarecem se a causa das falhas na LINK já foi totalmente identificada.

Perguntas frequentes

Por que o telescópio Swift está caindo?

Segundo a fonte, ele perde altitude por causa do arrasto atmosférico e não tem propulsores capazes de compensar esse efeito.

O que acontece com os dados do Swift?

De acordo com o Olhar Digital, os dados acumulados continuarão disponíveis para pesquisas científicas.

Fontes

Olhar Digital

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Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado pela redação. Encontrou um erro? Fale com a gente.

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