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Anvisa manda recolher picolé com melatonina e suplemento de proteína

Agência determinou nesta segunda (26) a proibição de venda de dois produtos alimentícios por ingredientes sem avaliação de segurança e por publicidade irregular.

Texto: Redação
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SabrinaRevisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil
Anvisa manda recolher picolé com melatonina e suplemento de proteína
Foto: Senado Federal / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Resumo rápido

  • A Anvisa determinou nesta segunda (26) o recolhimento e a proibição da venda de um picolé e de um suplemento.
  • O Picolé Bentô Gelatos Magnésio + Inositol Relief 3.0 leva melatonina e inositol, autorizados apenas para suplementos e, no caso do inositol, composto líquido pronto para consumo.
  • O suplemento Body Strong Proetein, da marca Equaliv, tem peptistrong, que segundo a agência não passou por avaliação de segurança em alimentos.
  • A Anvisa apontou publicidade irregular, com alegações terapêuticas, e suspendeu fabricação, venda, distribuição, propaganda e uso do suplemento.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, na segunda-feira (26), o recolhimento e a proibição da venda de dois produtos alimentícios: um picolé e um suplemento. Segundo o órgão, ambos têm ingredientes que não passaram por avaliação de segurança.

O caso do picolé com melatonina

O produto proibido é o Picolé Bentô Gelatos Magnésio + Inositol Relief 3.0, fabricado pela empresa ABB Gelateria Ltda. De acordo com a Agência Brasil, a proibição ocorre porque o picolé leva melatonina e inositol. Esses ingredientes foram autorizados apenas para uso em suplementos alimentares e, no caso do inositol, também em composto líquido pronto para consumo. Ou seja, as autorizações existentes são restritas a esses formatos.

A Anvisa é o órgão federal responsável por regular e fiscalizar produtos que podem afetar a saúde da população, entre eles alimentos e suplementos. Em geral, ingredientes precisam ser avaliados quanto à segurança antes de serem usados em determinada categoria de produto, e é nesse ponto que se apoia a decisão divulgada.

Suplemento de proteína também é alvo

A agência determinou ainda o recolhimento do produto Body Strong Proetein, sabor cacau, da marca Equaliv, fabricado pela Althaia S.A Indústria Farmacêutica (a grafia do nome segue a divulgada na reportagem). O suplemento contém peptistrong, uma proteína de fava hidrolisada. Segundo a Anvisa, esse ingrediente não passou por avaliação de segurança para uso em alimentos.

Na decisão, a agência também aponta publicidade irregular. O produto foi divulgado com alegações de caráter terapêutico: prevenção de sarcopenia, termo usado para a perda de massa e força muscular, e suporte nutricional para a preservação da massa magra em pessoas que usam canetas emagrecedoras, do tipo GLP-1.

Além do recolhimento, a Anvisa suspendeu a fabricação, a venda, a distribuição, a propaganda e o uso do suplemento. A reportagem da Agência Brasil menciona a situação de regularização sanitária do produto, mas o trecho correspondente é pouco claro, e não é possível detalhar com precisão esse ponto a partir do material divulgado.

O que ainda não foi informado

Os textos disponíveis não indicam quais lotes são afetados, qual o prazo para o recolhimento nem como os consumidores devem proceder. Também não há informação sobre registros de pessoas com problemas de saúde associados aos produtos, nem sobre posicionamento das empresas citadas. A Agência Brasil lista, como notícia relacionada, outra decisão da Anvisa que proíbe a venda de um teste de glicemia.

Dúvidas sobre o uso de suplementos ou de qualquer produto com esses ingredientes devem ser levadas a um profissional de saúde, que pode fazer a orientação individual.

Perguntas frequentes

Por que a Anvisa proibiu o picolé?

Segundo a agência, a melatonina e o inositol do produto foram autorizados apenas para uso em suplementos alimentares e, no caso do inositol, em composto líquido pronto para consumo.

Qual foi o problema apontado no suplemento de proteína?

A Anvisa disse que o peptistrong, proteína de fava hidrolisada, não passou por avaliação de segurança para uso em alimentos e que houve publicidade irregular com alegações terapêuticas.

Fontes

Agência Brasil

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Aviso: conteúdo informativo, baseado em fontes públicas. Não substitui consulta, diagnóstico ou orientação de um profissional de saúde.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado pela redação. Encontrou um erro? Fale com a gente.