Dirigente do Estudiantes rebate Jardim e convida técnico do Flamengo para a final
Juan Martín Ongay respondeu no Instagram a comentário do treinador sobre o caso Marcos Rojo, que mantém a vaga na final da Libertadores em disputa judicial.
Revisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil

Resumo rápido
- Dirigente do Estudiantes, Juan Martín Ongay, respondeu no Instagram a Leonardo Jardim e convidou o técnico para a final.
- O Flamengo contesta a escalação de Marcos Rojo na semifinal da Libertadores, vencida pelo Estudiantes nos pênaltis por 3 a 2.
- O CAS deu autorização provisória para Rojo jogar, mas ainda não há data para a decisão definitiva.
- A final da Libertadores está marcada para 28 de novembro, em Montevidéu.
O secretário de finanças do Estudiantes, Juan Martín Ongay, respondeu ao técnico do Flamengo, Leonardo Jardim, em meio à disputa judicial pela vaga na final da Libertadores. A manifestação foi feita em comentário numa publicação no Instagram que repercutia a fala do treinador, conforme relatam UOL e ge.
No comentário, o dirigente disse que o Flamengo poderá jogar a competição no ano que vem e afirmou que, se Jardim quiser ver a decisão, o clube argentino fará o convite. A final está marcada para 28 de novembro, em Montevidéu, no Uruguai.
O que disse Leonardo Jardim
O técnico comentou o assunto na segunda-feira, 26, após a vitória do Flamengo por 3 a 2 sobre o Atlético-MG, pelo Campeonato Brasileiro. Questionado sobre a chance de o clube carioca herdar a vaga do Estudiantes, ele disse acreditar que a reversão é possível. Jardim, porém, afirmou que o tema está com o departamento jurídico e que não pretendia se estender na resposta.
Como o caso chegou à Justiça esportiva
O Flamengo foi eliminado na semifinal depois de um empate sem gols no tempo regulamentar da partida de volta. Nos pênaltis, o Estudiantes venceu por 3 a 2. A contestação rubro-negra envolve a escalação do zagueiro Marcos Rojo, contratado pelo time argentino após o fim da janela de transferências do país.
Segundo as fontes, a Conmebol, entidade que organiza a Libertadores, negou duas vezes o pedido de inscrição do jogador na competição. O Estudiantes recorreu ao Tribunal Arbitral do Esporte (CAS) e obteve uma autorização provisória para escalá-lo no confronto. A decisão permitiu que Rojo jogasse, mas não eliminou a possibilidade de punições caso o julgamento definitivo considere sua participação irregular.
O Flamengo foi incluído no processo. De acordo com o UOL, o clube avisou antes da partida que apresentaria reclamação caso o defensor fosse escalado e formalizou o pedido depois da eliminação. A base do pedido é o regulamento disciplinar da Conmebol, que prevê derrota por 3 a 0 em casos de escalação irregular.
A posição do Estudiantes
Nesta terça-feira, 27, o presidente do clube argentino, Juan Sebastián Verón, afirmou que o time está tranquilo quanto à presença na final. Ele disse que o Estudiantes buscou orientação antes de recorrer ao tribunal e aguarda a decisão definitiva do CAS. Verón também destacou que a autorização provisória garantiu a participação de Rojo na semifinal e declarou não acreditar que a equipe corra risco de ficar fora da decisão.
O ge, em chamadas associadas à reportagem, menciona um documento que gerou confusão na Libertadores e que, segundo o veículo, mantém o Flamengo confiante na vaga. O conteúdo desse documento não é detalhado no trecho disponível.
Ainda não há data definida para o julgamento definitivo do CAS, e não está esclarecido qual será o resultado nem se haverá sanções ao Estudiantes. Até lá, a final de 28 de novembro segue como referência para o desfecho do caso.
Perguntas frequentes
Por que o Flamengo contesta a eliminação?
O clube questiona a escalação de Marcos Rojo, contratado pelo Estudiantes após o fim da janela de transferências argentina, e cita o regulamento disciplinar da Conmebol, que prevê derrota por 3 a 0 em caso de escalação irregular.
Quando o CAS vai decidir o caso?
Ainda não há data estabelecida para a decisão definitiva, segundo o presidente do Estudiantes, Juan Sebastián Verón.
Fontes
UOLgeComentários
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