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Grupos de esquerda na França, Espanha e Argentina copiam o 'Exército de Lula'

Ativistas criaram canais de mensagens inspirados no grupo de WhatsApp de André Janones, com mais de 10 milhões de membros, segundo o g1.

Texto: Redação
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SabrinaRevisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil
Grupos de esquerda na França, Espanha e Argentina copiam o 'Exército de Lula'
Foto: ActuaLitté / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Resumo rápido

  • Grupos de esquerda na França, Espanha e Argentina criaram canais inspirados no 'Exército de Lula', de André Janones.
  • O grupo brasileiro no WhatsApp tem mais de 10 milhões de membros, segundo o g1.
  • Na França, o LFI de Mélenchon criou um canal oficial, e os participantes recebem 'missões' para ampliar o alcance das publicações.
  • Na Espanha, apoiadores de Pedro Sánchez usam as '6 regras da estratégia digital de Janones' antes das eleições de 29 de novembro de 2026.

Movimentos políticos de esquerda em pelo menos três países passaram a replicar a estratégia de mobilização digital do grupo "Exército de Lula", criado no WhatsApp pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). De acordo com o g1, o canal brasileiro tem atualmente mais de 10 milhões de membros e foi um dos trunfos da campanha de Lula (PT) no segundo turno das eleições presidenciais.

Três países, três grupos

Na Argentina, foi criado o grupo "Ejército del Peronismo", que representa a ala jovem e mais à esquerda do peronismo, principal força de oposição ao governo de Javier Milei. Na França, surgiu o canal "L'équipe de Mélenchon officielle", voltado a apoiadores de Jean-Luc Mélenchon, fundador do partido França Insubmissa (LFI) e um dos principais líderes da esquerda francesa. O movimento ocorre em meio a uma onda de protestos no país.

Na Espanha, o grupo "La fuerza de la gente" foi criado em apoio ao primeiro-ministro Pedro Sánchez, do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), em período de pré-campanha eleitoral.

Como funciona o modelo na França

Segundo o g1, o primeiro grupo francês foi o "Les Soldats Insoumis", iniciativa não oficial de simpatizantes do partido de Mélenchon. Com a repercussão da estratégia brasileira, o próprio LFI criou o canal oficial. Assim como no modelo de Janones, os participantes recebem "missões" para ampliar o alcance das publicações e atrair mais gente. Entre as tarefas citadas estão convidar novas pessoas para o canal e bloquear perfis de adversários políticos nas redes, a fim de reduzir o alcance dos conteúdos deles.

O g1 relata ainda que parte das mensagens circula em francês e em português, o que, na avaliação do veículo, indica referências diretas ao modelo brasileiro. O contexto eleitoral é a disputa presidencial francesa, prevista para abril e maio de 2027, na qual Marine Le Pen, líder da extrema-direita, lidera as pesquisas.

Espanha e contexto regional

No grupo espanhol, apoiadores compartilham imagens e vídeos com discursos e declarações de Sánchez para ampliar o alcance das mensagens. Algumas publicações trazem também o presidente Lula. Ativistas ainda divulgam imagens com as "6 regras da estratégia digital de Janones", para uso na campanha do premiê. Sánchez governa a Espanha desde junho de 2018 e disputará as eleições gerais de 29 de novembro de 2026, convocadas por ele mesmo.

O g1 afirma que a disseminação do método acontece num momento de avanço da direita e da extrema-direita em vários países. Na América do Sul, segundo a reportagem, sete chefes de Estado são de direita e cinco estão alinhados à esquerda.

As fontes não informam o número de integrantes dos canais criados no exterior, nem se há participação direta de Janones nessas iniciativas. Também não há dados sobre o efeito das estratégias nas campanhas desses países.

Perguntas frequentes

Quais países criaram grupos inspirados no 'Exército de Lula'?

Segundo o g1, Argentina, França e Espanha, com os grupos 'Ejército del Peronismo', 'L'équipe de Mélenchon officielle' e 'La fuerza de la gente'.

O que os integrantes dos grupos fazem?

De acordo com o g1, recebem missões para ampliar o alcance das publicações, convidar novos participantes e bloquear perfis de adversários políticos nas redes.

Fontes

g1

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Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado pela redação. Encontrou um erro? Fale com a gente.

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