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Criança morre de sarampo em Nova York, primeira morte no estado em mais de 30 anos

O óbito foi registrado no condado de Lewis, em meio ao pior surto da doença nos Estados Unidos em cerca de três décadas, segundo g1 e Folha.

Texto: Redação
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SabrinaRevisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil
Criança morre de sarampo em Nova York, primeira morte no estado em mais de 30 anos
Foto: Dougtone / Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)

Resumo rápido

  • Uma criança morreu de sarampo no condado de Lewis, em Nova York, a primeira morte pela doença no estado em mais de 30 anos, segundo o g1.
  • Segundo o g1, é a sexta morte nos EUA em 2026, mas o CDC reconhece apenas três.
  • O g1 aponta 4.852 casos no país em 2026; a Folha cita 4.834 até 29 de outubro, segundo o CDC.
  • Especialistas ouvidos pelo g1 citam queda na vacinação, onda antivacina e cortes no Medicaid como fatores do avanço da doença.
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Uma criança morreu de sarampo no condado de Lewis, no norte do estado de Nova York. Segundo o g1, é a primeira morte pela doença no estado em mais de 30 anos e a sexta registrada nos Estados Unidos em 2026. A Folha, em texto da agência AFP, informa que o caso foi confirmado por autoridades locais e estaduais e descreve o episódio como a primeira morte por sarampo no estado em 30 anos.

A morte ocorre quatro semanas depois de o estado declarar emergência por causa do surto, que atinge áreas de Nova York e de estados vizinhos. De acordo com o governo local, citado pelo g1, são 178 casos em 2026, dos quais 8 na cidade de Nova York.

Números do surto nos Estados Unidos

As duas fontes trazem totais nacionais diferentes. O g1 aponta 4.852 casos neste ano, contra 2.289 no ano passado. A Folha cita 4.834 casos em 47 estados, do início do ano até 29 de outubro, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). As reportagens não explicam a diferença, e as datas de corte podem não coincidir. A Folha afirma que o país enfrenta o pior surto em 35 anos.

Segundo o g1, com a nova morte os Estados Unidos chegam ao maior número de óbitos pela doença desde 1992, último ano com ao menos quatro. O CDC, porém, reconhece apenas três das mortes. A reportagem diz que a divergência com os dados dos estados, que a agência costumava usar como base, surgiu depois de pressão do secretário de Saúde, Kennedy Jr., crítico da vacina MMR, que questionou a relação das primeiras mortes com a doença.

Queda na vacinação e reação política

A governadora de Nova York, a democrata Kathy Hochul, disse em comunicado estar de coração partido com a morte e afirmou não conseguir imaginar o que a família atravessa. Segundo a Folha, ela pareceu relacionar o caso às políticas de saúde do governo do presidente republicano Donald Trump, ao dizer que Washington corrói avanços na proteção contra doenças evitáveis.

O g1 afirma que a taxa de imunização cai no país há pelo menos seis anos. Para barrar o vírus, a cobertura precisa passar de 95%, patamar da imunidade de rebanho. Em 2011, 21 dos 50 estados estavam acima disso; hoje são 10. Uma estimativa com dados do CDC indica que 1,7 milhão de crianças não se vacinaram nos últimos sete anos, número que pode estar subestimado pelo sistema de saúde privado e descentralizado. A Folha lembra que o sarampo foi declarado erradicado no país em 2000.

Especialistas ouvidos pelo g1 atribuem o cenário a uma onda antivacina, que inclui discursos endossados por Trump e Kennedy Jr. de que a vacina causaria autismo. A reportagem ressalta que não há evidência disso e que a tese já foi derrubada pela ciência. Os especialistas também citam cortes no Medicaid, que dificultariam o acesso às doses, pagas nos Estados Unidos. O infectologista Peter Hotez, do Baylor College of Medicine, disse que o país abriu uma brecha perigosa.

O que se sabe sobre a doença e o que falta esclarecer

Segundo a Folha, o sarampo causa febre, dificuldades respiratórias e erupções dolorosas e, em casos graves, pneumonia e inflamação cerebral, que podem levar à morte. A doença provoca dezenas de milhares de mortes por ano no mundo. As fontes não informam idade da criança, histórico de vacinação ou condições de saúde.

Também não há, nos textos, orientações específicas à população de Nova York. Dúvidas sobre vacinação ou sintomas devem ser levadas a um profissional de saúde, que pode orientar cada caso.

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Perguntas frequentes

Por que os números de mortes nos EUA divergem?

Segundo o g1, os registros apontam seis mortes em 2026, mas o CDC reconhece apenas três. A reportagem relaciona a diferença à pressão do secretário de Saúde, Kennedy Jr., que questionou a ligação das primeiras mortes com a doença.

Quais são os sintomas do sarampo segundo as fontes?

A Folha cita febre, dificuldades respiratórias e erupções dolorosas e, em casos graves, pneumonia e inflamação cerebral. Orientação individual deve vir de um profissional de saúde.

Fontes

g1Folha

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Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado pela redação. Encontrou um erro? Fale com a gente.

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