CNH: regras para adicionar ou mudar de categoria, segundo a Quatro Rodas
Resolução do Contran define etapas e exigências. O Detran de cada estado informa como pedir o serviço, quais canais usar e quanto custa.
Revisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil

Resumo rápido
- A Resolução Contran nº 1.020/2025 distingue adição de categoria (incluir A ou B) e mudança de categoria (troca entre B, C, D e E).
- A adição exige exame de aptidão física e mental, no mínimo duas horas de aulas práticas e prova prática.
- A mudança exige exame toxicológico, curso prático de no mínimo dez horas e prova prática, sem instrutor autônomo.
- O Detran de cada estado informa canais, procedimento e custo do serviço.
Quem pretende incluir moto na habilitação ou passar a dirigir caminhão ou ônibus precisa seguir procedimentos distintos, cada um com exigências próprias. A informação é da Quatro Rodas, em reportagem sobre o aplicativo "CNH do Brasil" e sobre o que a regulamentação nacional prevê para esses casos.
Duas fontes de informação
De acordo com a publicação, o interessado deve consultar dois lugares. A regulamentação nacional define as etapas e os requisitos de cada processo. Já o Detran de cada estado informa como solicitar o serviço, quais canais de atendimento estão disponíveis e qual é o valor cobrado. As definições completas, com exceções e condições específicas, estão no artigo 143 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Adição de categoria
A Resolução Contran nº 1.020/2025 chama de adição a inclusão da categoria B por quem já tem a A. Também é adição a inclusão da A ou da Autorização para Conduzir Ciclomotor por quem tem B, C, D ou E. Em termos gerais, A é a categoria de motocicletas e B, a de automóveis.
Segundo a Quatro Rodas, a adição exige exame de aptidão física e mental, aulas práticas de direção com no mínimo duas horas, prova prática e emissão da nova habilitação. As aulas podem ser dadas por instrutores autônomos ou por profissionais ligados a autoescolas, escolas públicas de trânsito e órgãos de trânsito. O exame médico pode ser reaproveitado se o resultado tiver sido apto, sem restrições, e ainda estiver dentro da validade.
A resolução trata ainda de quem está com a Permissão para Dirigir. Se a aprovação ocorrer durante a validade da Permissão, o condutor recebe uma nova, com a categoria adicionada e a mesma validade da anterior.
Mudança de categoria
A mudança é a troca entre as categorias B, C, D e E. É o caso, por exemplo, do motorista de carro que deseja conduzir caminhão ou ônibus. Nesse processo, as exigências são maiores: exame toxicológico, exame de aptidão física e mental, curso especializado prático de direção veicular e prova prática.
O curso tem carga mínima de dez horas, sem diferença entre as categorias C, D e E. Ele é oferecido por autoescolas, unidades do Senat, escolas públicas de trânsito ou órgãos do Sistema Nacional de Trânsito. Diferentemente da adição, não há a opção de instrutor autônomo.
A reportagem esclarece que esse curso não se confunde com os cursos especializados exigidos de quem vai transportar passageiros, escolares ou produtos perigosos.
Avaliação psicológica
A avaliação psicológica é exigida nos casos previstos no CTB. Um exemplo citado é o de quem exerce atividade remunerada com o veículo, conhecida pela sigla EAR.
O trecho da reportagem disponível não detalha valores nem os passos para fazer o pedido pelo aplicativo, informações que, segundo a própria matéria, dependem do Detran de cada estado.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre adição e mudança de categoria da CNH?
Segundo a Quatro Rodas, adição é incluir a categoria A ou B (ou a Autorização para Conduzir Ciclomotor) na habilitação. Mudança é a troca entre B, C, D e E, como a de quem quer dirigir caminhão ou ônibus.
Onde saber como e quanto custa pedir a alteração?
De acordo com a reportagem, o Detran de cada estado informa como solicitar o serviço, os canais disponíveis e o valor.
Fontes
Quatro RodasComentários
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