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CBO lança campanha sobre retinopatia diabética, causa de perda de visão evitável

Iniciativa 24 Dias pelo Diabetes, do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, busca ampliar a informação sobre prevenção, diagnóstico e tratamento da doença nos olhos.

Texto: Redação
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SabrinaRevisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil
CBO lança campanha sobre retinopatia diabética, causa de perda de visão evitável
Foto: Senado Federal / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Resumo rápido

  • O CBO iniciou neste domingo (1º) a campanha 24 Dias pelo Diabetes, sobre a retinopatia diabética.
  • Segundo a entidade, uma em cada três pessoas com diabetes no Brasil desenvolverá a doença em algum momento da vida.
  • Após 20 anos de diabetes, 90% dos pacientes tipo 1 e 60% dos tipo 2 terão algum grau de retinopatia, segundo os dados citados.
  • O CBO diz que diagnóstico e tratamento precoces podem reduzir o risco de cegueira para menos de 5%.
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O Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) iniciou neste domingo (1º) a campanha 24 Dias pelo Diabetes. A proposta é conscientizar a população em geral e, principalmente, as pessoas que vivem com diabetes sobre a prevenção, o diagnóstico e o tratamento da retinopatia diabética, uma complicação que afeta os olhos.

Segundo a entidade, a retinopatia diabética é uma das principais causas de perda visual evitável entre adultos em idade produtiva. Dados do CBO indicam que uma em cada três pessoas com diabetes no Brasil vai desenvolver a condição em algum momento da vida.

Como a doença surge e quem é mais atingido

De acordo com a campanha, a retinopatia diabética acontece quando níveis elevados de açúcar no sangue, mantidos ao longo dos anos, danificam pequenos vasos sanguíneos da retina. A retina fica no fundo do olho e tem a função de captar a luz e enviar as imagens ao cérebro.

Os números apresentados mostram que a doença atinge entre 24% e 39% das pessoas com diabetes no país. O risco cresce conforme aumenta o tempo de convivência com o diabetes. Após 20 anos, por exemplo, 90% dos pacientes com diabetes tipo 1 e 60% daqueles com tipo 2 terão algum grau de retinopatia, conforme os dados citados.

O CBO afirma ainda que, com diagnóstico e tratamento precoces, o risco de cegueira pode cair para menos de 5%.

O que muda na prática

A orientação divulgada na campanha é que pessoas com diabetes incluam na rotina de cuidados consultas regulares com um médico oftalmologista, mesmo antes de qualquer sintoma aparecer. A ideia é evitar que o problema se agrave.

O Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da Retinopatia Diabética, publicado pelo Ministério da Saúde, prevê que um dos principais recursos para identificar a doença é a fundoscopia, conhecida como exame de fundo de olho. Conforme o CBO, o procedimento permite ao oftalmologista observar a retina e os vasos sanguíneos e identificar alterações que podem surgir mesmo quando o paciente ainda enxerga normalmente. A avaliação pode incluir a dilatação das pupilas, para facilitar a visualização das estruturas internas do olho.

O conselho também destaca que boa parte da prevenção ocorre fora do consultório. Manter a glicemia e a pressão arterial sob controle, segundo a entidade, reduz de forma considerável o risco de surgimento da doença e retarda sua progressão.

As fontes não detalham a programação da campanha nem informam onde ou como realizar o exame pela rede pública ou privada. A avaliação e a conduta para cada caso devem ser definidas individualmente por um profissional de saúde.

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Perguntas frequentes

Como a retinopatia diabética pode ser identificada?

Segundo o PCDT do Ministério da Saúde, um dos principais recursos é a fundoscopia, o exame de fundo de olho, que permite ao oftalmologista observar a retina e os vasos sanguíneos, mesmo antes de haver sintomas.

Com que frequência pessoas com diabetes devem ir ao oftalmologista?

As fontes recomendam visitas regulares, mesmo sem sintomas, mas não informam a periodicidade. A orientação individual deve vir de um profissional de saúde.

Fontes

Agência Brasil

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Aviso: conteúdo informativo, baseado em fontes públicas. Não substitui consulta, diagnóstico ou orientação de um profissional de saúde.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado pela redação. Encontrou um erro? Fale com a gente.

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