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Coluna trata de leitora que evita parentes após conflitos no casamento do irmão

Em texto publicado pela Folha, terapeuta responde a uma leitora que deixou de ir a reuniões de família por causa da cunhada e pergunta como lidar com o Natal.

Texto: Redação
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SabrinaRevisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil
Coluna trata de leitora que evita parentes após conflitos no casamento do irmão
Foto ilustrativa · Foto: Stefan Vladimirov / Unsplash · Fotos do Unsplash

Resumo rápido

  • Coluna publicada pela Folha em 31/10/2026, assinada por Lori Gottlieb (The New York Times), traz carta de leitora em conflito com a cunhada.
  • A leitora diz que o irmão foi traído durante quatro anos de casamento e que as brigas do casal persistem, inclusive com episódio envolvendo a filha de 4 anos.
  • Ela tem evitado reuniões de família e pergunta como enfrentar o Natal.
  • Na resposta, a terapeuta afirma que desaprovar a conduta da cunhada não exige faltar aos eventos familiares.
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Uma coluna de aconselhamento publicada pela Folha em 31 de outubro de 2026, assinada por Lori Gottlieb e originalmente veiculada pelo The New York Times, trata de um dilema familiar. Uma leitora pergunta como conviver com a cunhada depois de saber de episódios graves do casamento do irmão. O texto segue o formato de carta seguida de resposta de uma terapeuta.

O relato da leitora

Segundo a carta, há dois anos o irmão contou à autora que a esposa o havia traído durante os quatro anos de casamento. A mulher confessou, e o casal decidiu continuar junto. No verão deste ano, depois de um fim de semana de brigas ligado a uma questão envolvendo a filha de 4 anos, a mulher teria xingado a menina e dito que a odiava. Em seguida, levou o bebê de 1 ano, o outro filho do casal, para a casa da mãe dela.

De acordo com a leitora, o casal decidiu mais uma vez permanecer unido, mas as brigas continuam. Ela afirma ser a única pessoa da família a saber do que ocorreu, e o irmão espera que ela se comporte de maneira normal em festas e encontros. Ela diz sentir raiva da cunhada, tristeza pelo irmão e preocupação com a sobrinha.

Por causa disso, relata que passou a evitar a cunhada e a faltar a reuniões familiares, o que também a afasta dos filhos do irmão. Ela conta que pediu ao irmão que não lhe fale mais mal do casamento, a menos que ele pretenda se separar, e que vê nas redes sociais os momentos da família sem ela. Sua dúvida é como enfrentar o Natal sem causar preocupação nos demais.

O que diz a terapeuta

Na resposta, a terapeuta diz que chama atenção a forma como a leitora decidiu lidar com sentimentos que classifica como muito naturais. Para ela, evitar a cunhada não está claramente resolvendo algo: a leitora fica sem experiências familiares que valoriza, e a situação de nenhum dos envolvidos melhora. Ela propõe um passo atrás para considerar o que a leitora deseja, o que está sob seu controle e onde essas duas coisas se encontram.

A terapeuta avalia que o irmão deixou com a leitora informações íntimas e angustiantes, o que a faz se sentir impotente e, ao mesmo tempo, cúmplice. Ela supõe que o afastamento tenha dois propósitos: mostrar ao irmão que a leitora não apoia o casamento e sinalizar à cunhada que ela conhece o comportamento e o desaprova.

Segundo a terapeuta, é possível desaprovar as atitudes da cunhada sem deixar de ir aos eventos. Ela afirma que estar presente não equivale a aprovar o comportamento dela nem as escolhas do irmão diante dele, e que se ausentar acaba punindo mais a própria leitora. Ela também diz suspeitar de uma dificuldade mais ampla com a posição em que o irmão a colocou.

O que ainda não está claro

O relato é de uma única pessoa e não traz a versão do irmão nem da cunhada. O trecho disponível da resposta termina antes da conclusão, de modo que as demais considerações da terapeuta não foram apresentadas aqui. O material também não cita estudos ou órgãos de saúde. Para situações semelhantes, a orientação individual deve vir de um profissional de saúde, como um psicólogo ou terapeuta.

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Perguntas frequentes

O que a terapeuta diz sobre evitar as reuniões de família?

Segundo a resposta publicada, evitar os encontros priva a leitora de experiências que ela valoriza e não melhora a situação de ninguém. A terapeuta afirma que estar presente não significa aprovar as atitudes da cunhada.

Fontes

Folha

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Aviso: conteúdo informativo, baseado em fontes públicas. Não substitui consulta, diagnóstico ou orientação de um profissional de saúde.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado pela redação. Encontrou um erro? Fale com a gente.

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