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Realismo ingênuo: por que quem vota diferente parece não ver o óbvio

Conceito da psicologia social, citado em reportagem do g1, explica por que eleitores que veem os mesmos fatos chegam a conclusões opostas e se estranham.

Texto: Redação
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SabrinaRevisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil
Realismo ingênuo: por que quem vota diferente parece não ver o óbvio
Foto: TSE - Tribunal Superior Eleitoral / Wikimedia Commons (Public domain)

Resumo rápido

  • O g1 explicou o 'realismo ingênuo', fenômeno estudado pela psicologia social.
  • O conceito descreve a tendência de achar que a própria percepção é objetiva e de presumir que quem for racional e bem informado concordará.
  • Foi desenvolvido a partir de pesquisas do psicólogo americano Lee Ross e colaboradores, desde a década de 1990.
  • A reportagem relaciona o fenômeno a conflitos pessoais por divergência de opinião em períodos eleitorais.
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A psicologia social tem um nome para a situação em que duas pessoas assistem ao mesmo debate eleitoral, ouvem os mesmos candidatos, acompanham as mesmas notícias e, ainda assim, terminam com conclusões opostas: realismo ingênuo. O tema foi abordado pelo g1 em reportagem ligada ao segundo turno das Eleições 2026, ilustrada com a imagem de um eleitor votando em Pernambuco.

De acordo com o texto, nesse cenário uma das pessoas considera a escolha evidente, enquanto a outra tem dificuldade de entender como alguém pode pensar de forma diferente. Cada uma pode estar convencida de que enxerga a realidade como ela é e de que o problema está na incapacidade do outro de perceber o que seria óbvio.

O que é o realismo ingênuo

Segundo a reportagem, o realismo ingênuo é um fenômeno estudado pela psicologia social. Ele ajuda a explicar por que divergências de opinião, especialmente em períodos eleitorais, podem se transformar em conflitos pessoais. De forma geral, a psicologia social é a área que investiga como o comportamento e as ideias das pessoas são influenciados pelo contexto social e pela relação com os outros.

O conceito foi desenvolvido a partir de pesquisas do psicólogo americano Lee Ross e de seus colaboradores, com início na década de 1990, conforme o g1. Ele descreve a tendência humana de acreditar que as próprias percepções são objetivas e de presumir que outras pessoas, se forem suficientemente racionais e bem informadas, chegarão às mesmas conclusões.

Em outras palavras, quem parte da ideia de que a sua leitura dos fatos é simplesmente a realidade tende a atribuir a discordância alheia a falhas do outro, como falta de informação ou de raciocínio, e não a uma maneira diferente de interpretar os mesmos acontecimentos.

O que as fontes não detalham

Os trechos disponíveis da reportagem apresentam o conceito, sua origem e o contexto eleitoral em que ele costuma aparecer. Não trazem números, resultados específicos de estudos, nomes de outros especialistas ouvidos nem recomendações práticas para lidar com o fenômeno. Também não informam como ele se manifesta em diferentes grupos de pessoas.

O realismo ingênuo é descrito como uma tendência humana de percepção, e não como doença ou transtorno. Quem sentir que conflitos por divergência de opinião têm afetado o bem-estar emocional ou as relações pessoais deve buscar orientação individual com um profissional de saúde, como um psicólogo ou um médico.

Por fim, as fontes não esclarecem em que medida o fenômeno pesou nas discussões entre eleitores durante a campanha de 2026. O que consta é a explicação geral do conceito, apresentada como chave para entender por que opiniões políticas distintas costumam gerar tanta dificuldade de compreensão mútua.

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Perguntas frequentes

O que é o realismo ingênuo?

Segundo o g1, é a tendência humana de acreditar que as próprias percepções são objetivas e de presumir que outras pessoas, se forem racionais e bem informadas, chegarão às mesmas conclusões.

Quem desenvolveu o conceito?

De acordo com a reportagem, ele foi desenvolvido em pesquisas do psicólogo americano Lee Ross e de seus colaboradores, a partir da década de 1990.

Fontes

g1

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Aviso: conteúdo informativo, baseado em fontes públicas. Não substitui consulta, diagnóstico ou orientação de um profissional de saúde.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado pela redação. Encontrou um erro? Fale com a gente.

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