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Desemprego cai a 5,2% e é o menor para um terceiro trimestre desde 2012

Dados da Pnad Contínua, do IBGE, mostram também recorde de pessoas ocupadas e da massa de rendimento. Veja o que cada indicador significa para o bolso.

Texto: Redação
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SabrinaRevisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil
Desemprego cai a 5,2% e é o menor para um terceiro trimestre desde 2012
Foto: UsuárioPar / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Resumo rápido

  • A taxa de desemprego foi de 5,2% no terceiro trimestre de 2026, a menor para o período desde 2012, segundo o IBGE.
  • A população ocupada chegou a 103,6 milhões de pessoas, recorde da série, e o nível de ocupação foi de 59%.
  • O rendimento real habitual foi de R$ 3.790, estável no trimestre e 3,6% maior em um ano.
  • A massa de rendimento real somou R$ 387,5 bilhões, a maior da série, e a informalidade ficou em 37,5% dos ocupados.

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,2% no terceiro trimestre de 2026, o menor nível para esse período desde 2012. Os números são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado se refere ao trimestre encerrado em setembro, segundo a Exame.

A taxa era de 5,4% no segundo trimestre deste ano e de 5,6% no terceiro trimestre de 2025. Isso representa queda de 0,2 ponto percentual frente ao trimestre anterior e de 0,4 ponto percentual na comparação com um ano antes, conforme o g1. A população desocupada somou 5,6 milhões de pessoas, 4% a menos que no trimestre de abril a junho (5,9 milhões), ou 234 mil pessoas a menos. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado (6 milhões), a queda foi de 6,9%, o equivalente a 417 mil pessoas.

Recorde de ocupação e renda em alta

O número de pessoas ocupadas chegou a 103,6 milhões, o maior da série histórica da pesquisa. Houve alta de 0,6% no trimestre (581 mil pessoas a mais) e de 1,2% em um ano (1,2 milhão a mais). O nível da ocupação, que mede a parcela das pessoas em idade de trabalhar que estão empregadas, também bateu recorde, com 59%. O índice era de 58,8% no trimestre anterior e de 58,7% um ano antes, o que o IBGE classifica como estabilidade na comparação anual.

O rendimento real habitual de todos os trabalhos foi de R$ 3.790. O valor ficou estável frente ao trimestre anterior e subiu 3,6% em um ano, o que corresponde a R$ 131 a mais. Já a massa de rendimento real habitual, de R$ 387,5 bilhões, foi a maior da série. Ela avançou 1,5% no trimestre (R$ 5,6 bilhões a mais) e 4,7% em 12 meses (R$ 17,5 bilhões a mais).

O que os termos significam para o seu bolso

A taxa de desocupação considera apenas quem procurou trabalho e não encontrou, e não o total de pessoas sem emprego. Já o rendimento "real" é aquele em que se desconta o efeito da inflação, ou seja, indica o poder de compra do trabalhador. A massa de rendimento é a soma de tudo o que os ocupados recebem, e costuma ser acompanhada como um termômetro do dinheiro disponível para consumo na economia.

A informalidade ficou em 37,5% da população ocupada, o que equivale a 38,8 milhões de trabalhadores. No trimestre anterior, o índice era de 37,4% (38,6 milhões) e, um ano antes, de 37,8% (38,7 milhões). Em geral, trabalhadores informais não têm carteira assinada, o que pode significar menos acesso a benefícios trabalhistas e à proteção previdenciária, além de rendas menos previsíveis, fator que costuma pesar na hora de contratar crédito.

Indicadores de emprego e renda costumam ser observados por economistas e pelo mercado financeiro para avaliar o ritmo da atividade econômica. As fontes consultadas, porém, não trazem análises sobre possíveis efeitos dos dados em juros, crédito, impostos ou investimentos, e esses desdobramentos não foram detalhados pelo IBGE nem pelos veículos citados.

Perguntas frequentes

O que é a taxa de informalidade divulgada pelo IBGE?

É a parcela da população ocupada que trabalha na informalidade. No terceiro trimestre, ficou em 37,5%, o equivalente a 38,8 milhões de trabalhadores, contra 37,8% um ano antes.

A renda do trabalhador subiu?

O rendimento real habitual médio foi de R$ 3.790, estável frente ao trimestre anterior e com alta de 3,6% em um ano. A massa de rendimento, que soma os ganhos de todos os ocupados, chegou a R$ 387,5 bilhões, a maior da série.

Fontes

Agência Brasilg1ExameFolha

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Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado pela redação. Encontrou um erro? Fale com a gente.

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