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Ex-agente do Mossad cruzou fronteira minutos antes da van ligada a Flávio Bolsonaro

Reportagem do Fantástico aponta que israelense e advogado passaram pela fronteira com a Argentina pouco antes do senador, que foi aos EUA após a derrota na eleição.

Texto: Redação
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SabrinaRevisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil
Ex-agente do Mossad cruzou fronteira minutos antes da van ligada a Flávio Bolsonaro
Foto ilustrativa · Foto: Aryanne Valgas / Unsplash · Fotos do Unsplash

Resumo rápido

  • O "Fantástico" mostrou que Menachem Booky Halevy, apontado como ex-agente do Mossad, cruzou a fronteira com a Argentina minutos antes da van ligada a Flávio Bolsonaro.
  • Registros argentinos mostram três entradas de Flávio em 34 minutos; as feitas com documentos brasileiros foram canceladas.
  • A Polícia Federal investiga se o senador saiu do Brasil em jatinho ligado a Willer Tomaz, alvo de apuração por suspeita de lavagem de dinheiro.
  • Não há mandado de prisão contra Flávio, e o trajeto dele na Argentina não foi esclarecido.
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Investigações citadas em reportagem do "Fantástico", da TV Globo, indicam que um homem apontado como ex-integrante do Mossad, o serviço de inteligência de Israel, participou da saída do senador Flávio Bolsonaro (PL) do Brasil. O programa foi ao ar no domingo (1º de novembro de 2026) e teve acesso a documentos do sistema de imigração da Argentina e a outros papéis da investigação. Flávio foi candidato derrotado à Presidência.

O israelense é identificado como Menachem Booky Halevy. Segundo a reportagem, ele entrou no Brasil em 19 de outubro, por Guarulhos (SP). Na noite de 27 de outubro, estava em uma van que cruzou a fronteira com a Argentina cerca de sete minutos antes de outro veículo, de acordo com o Metrópoles, que também se baseou na reportagem. Esse segundo carro é o que teria levado o senador e sua família a Puerto Iguazú.

O que dizem os registros da fronteira

Duas vans da empresa Iguaçu Dallas Travel Turismo Ltda., de Foz do Iguaçu, passaram pela fronteira naquela noite. No registro de uma delas constam os dados da mulher de Flávio, Fernanda, e das duas filhas do casal. O sistema argentino registrou três entradas do senador nesse mesmo veículo em 34 minutos: às 22h37, com passaporte italiano; às 22h40, com carteira de motorista; e às 23h11, com passaporte brasileiro. Os registros feitos com documentos brasileiros foram cancelados depois, e o do passaporte italiano permaneceu válido.

Na outra van, segundo o programa, viajavam o motorista Neri Luiz Dala Corte, o advogado Roberto Jorge Alexandre e Halevy. O Metrópoles afirma que o advogado atuou na defesa de Jair Bolsonaro. O motorista disse que foi contratado para buscar dois homens em Foz do Iguaçu e levá-los ao aeroporto de Puerto Iguazú, e negou ter visto integrantes da família Bolsonaro.

Jatinhos e a investigação da PF

A Polícia Federal apura se o senador deixou o Brasil na manhã de 27 de outubro em um jatinho ligado ao amigo e advogado Willer Tomaz. Tomaz é investigado por suspeita de lavagem de dinheiro em negócios envolvendo bets. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou que os dois não se comuniquem. De acordo com o Poder360, não há mandado de prisão contra Flávio, e o uso de avião não seria ilegal, caso fosse comprovado.

Uma das linhas de apuração citadas pelo "Fantástico" indica que ele pegou carona em um Cessna Citation Excel, prefixo PR-AAA, que decolou de Brasília às 5h05 de 27 de outubro e pousou em San Fernando, na Argentina, às 8h40. A cidade fica a cerca de 1.200 km de Puerto Iguazú, de onde partiu o Gulfstream G400, prefixo LV-JQW, que levou o senador e a família a Miami, nos Estados Unidos.

Fernanda Bolsonaro e as filhas, segundo a TV Globo, foram de Brasília a Cascavel (PR) em voo separado no mesmo dia. Uma van as buscou no aeroporto, e se entende que atravessaram a fronteira por terra.

O que ainda não está claro

As versões sobre o trajeto de Flávio não se encaixam por completo. O governo argentino informou, segundo o Poder360, que ele estava em uma van que cruzou a fronteira na noite de 27 de outubro. Outra versão diz que ele chegou a Puerto Iguazú em voo vindo de Buenos Aires e esperou horas dentro do jatinho pela família. A própria reportagem não esclarece como ele se deslocou dentro da Argentina, embora a apuração indique que teria sido de avião. Também não foi detalhado qual foi o papel do israelense e do advogado na viagem.

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Perguntas frequentes

Flávio Bolsonaro é considerado foragido?

Não. Segundo o Poder360, não há mandado de prisão contra ele, que está proibido por decisão de Alexandre de Moraes de se comunicar com Willer Tomaz.

Quem é Menachem Booky Halevy?

É um israelense apontado como ex-integrante do Mossad, que, segundo o "Fantástico", entrou no Brasil em 19 de outubro por Guarulhos e cruzou a fronteira com a Argentina em uma van no dia 27.

Fontes

Poder360Metrópoles

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Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado pela redação. Encontrou um erro? Fale com a gente.

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