Quarta-feira, 28 de outubro de 2026Atualizado às 10h53
O que está bombando no Brasil, em poucas linhas
Dólar R$ 5,32 ▼0,65%Euro R$ 5,92 ▼0,54%Ibovespa 172.724 ▼1,70%Bitcoin R$ 428.044 ▲0,66%Ethereum R$ 12.371 ▲0,19%
InícioSaúde

Câncer em crises: como o SUS pode manter o cuidado, segundo texto do g1

Material do g1 discute o risco de interrupção do tratamento oncológico em pandemias e inundações e cita projeção de alta de 84% nos casos de câncer até 2050.

Texto: Redação
Compartilhar
SabrinaRevisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil
Câncer em crises: como o SUS pode manter o cuidado, segundo texto do g1
Foto: Alebasi24 / Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

Resumo rápido

  • Texto do g1 discute como preparar o SUS para manter o cuidado oncológico durante crises, como pandemias e inundações.
  • Segundo o material, interromper ou adiar a assistência pode ter consequências graves para pacientes com câncer.
  • O câncer é a segunda principal causa de morte no Brasil, de acordo com o texto.
  • A IARC projeta alta de 84% no número anual de casos entre 2022 e 2050.

Um texto publicado pelo g1 chama atenção para uma pergunta pouco discutida fora do meio da saúde: o que acontece com uma pessoa com câncer quando uma crise atinge os serviços de saúde? Os exemplos citados são uma pandemia que interrompe ou adia consultas e inundações que comprometem hospitais e dificultam o acesso da população ao atendimento. O material trata de como preparar o Sistema Único de Saúde (SUS) para garantir a continuidade do cuidado nessas situações.

De acordo com o texto, quem depende de diagnóstico oportuno, de tratamento contínuo e de acompanhamento especializado pode sofrer consequências graves se a assistência for interrompida ou adiada. Ou seja, o problema não se limita a quem já está em tratamento: também envolve quem ainda aguarda a confirmação de um diagnóstico.

Por que a oncologia é sensível a emergências

O material afirma que, na oncologia, manter o atendimento durante uma emergência vai além da organização dos serviços. Segundo o texto, trata-se de uma prioridade para proteger e salvar vidas e para reduzir desigualdades. Câncer é o nome dado a um grupo de doenças caracterizadas pelo crescimento desordenado de células, e o cuidado costuma envolver diferentes etapas, da investigação ao acompanhamento, o que torna a continuidade do atendimento um ponto central.

O texto também menciona que as desigualdades podem ser agravadas quando o acesso aos serviços é restringido, embora o trecho disponível não detalhe quais grupos seriam mais afetados.

Números citados para o Brasil

Segundo o g1, o desafio ganha dimensão maior no Brasil por causa da crescente carga da doença. O texto informa que o câncer é a segunda principal causa de morte no país. Também cita projeções da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), segundo as quais o número anual de casos poderá aumentar 84% entre 2022 e 2050. A IARC é a agência especializada em câncer ligada à Organização Mundial da Saúde.

O SUS é o sistema público de saúde brasileiro, com acesso universal, e é nele que o debate sobre preparo para crises se concentra no material. O texto não informa, nos trechos disponíveis, quais medidas específicas seriam necessárias, quais órgãos seriam responsáveis ou em que prazo ações poderiam ser adotadas.

O que ainda não foi esclarecido

O conteúdo foi publicado nas seções Últimas e Saúde do g1, com o mesmo texto. Os trechos disponíveis apresentam o problema e os dados gerais, mas não trazem propostas detalhadas, nem identificam pesquisadores ou instituições que as defendam. Também não há informações sobre casos concretos de interrupção de tratamento no país.

Pacientes e familiares com dúvidas sobre a continuidade de consultas, exames ou tratamentos em situações de emergência devem procurar a equipe de saúde que os acompanha, pois a orientação individual cabe a profissionais de saúde.

Perguntas frequentes

Qual é a projeção citada para os casos de câncer?

De acordo com o g1, a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC) projeta que o número anual de casos poderá aumentar 84% entre 2022 e 2050.

Que tipos de crise são citados como risco para o tratamento?

O texto cita pandemias, que podem interromper ou adiar consultas, e inundações, que podem comprometer hospitais e restringir o acesso aos serviços de saúde.

Fontes

g1

Comentários

Carregando…

Aviso: conteúdo informativo, baseado em fontes públicas. Não substitui consulta, diagnóstico ou orientação de um profissional de saúde.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado pela redação. Encontrou um erro? Fale com a gente.

Leia também