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Usuários de Ozempic e Wegovy recorrem a suplementos contra efeitos colaterais

Pessoas que usam medicamentos à base de GLP-1 buscam fibras, colágeno e eletrólitos para aliviar desconfortos. Os produtos são pouco regulamentados.

Texto: Redação
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SabrinaRevisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil
Usuários de Ozempic e Wegovy recorrem a suplementos contra efeitos colaterais
Foto: Andrej Jakobčič / Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)

Resumo rápido

  • Usuários de Ozempic e Wegovy recorrem a suplementos para aliviar efeitos colaterais, segundo o g1.
  • A enfermeira Allison Vecchio, de 42 anos, relata que sintomas diminuíram com fibras, colágeno e eletrólitos, a US$ 200 a US$ 300 por mês.
  • Cerca de 10 milhões de norte-americanos usaram medicamentos de GLP-1 no ano passado, segundo pesquisa do JPMorgan.
  • Os suplementos usados são pouco regulamentados.

Usuários de medicamentos à base de GLP-1, como o Ozempic e o Wegovy, têm recorrido a suplementos alimentares para tentar reduzir os efeitos colaterais do tratamento. A tendência foi relatada pelo g1, que destaca que esses produtos são pouco regulamentados e que o uso levanta questões sobre riscos.

Um dos casos citados é o de Allison Vecchio, de 42 anos, enfermeira de pronto-socorro em Fort Pierce, na Flórida. Ela descreveu os medicamentos como um reinício na vida, mas disse que o benefício veio acompanhado de desconforto gastrointestinal, unhas quebradiças e uma sensação de fraqueza tão forte que, em alguns momentos, a impedia de sair da cama.

Segundo ela, os sintomas diminuíram depois que passou a tomar uma combinação de suplementos com fibras, colágeno e eletrólitos. O conjunto custa entre US$ 200 e US$ 300 por mês. Para Allison, é preciso assumir o controle da própria rotina para que a perda de peso se traduza, de fato, em melhora da saúde.

Medicamentos em expansão

Os remédios à base de GLP-1, como o Ozempic e o Wegovy, fabricados pela Novo Nordisk, são considerados um dos maiores avanços médicos dos últimos anos. A avaliação se deve à eficácia no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2 e à redução do risco de doenças cardíacas.

O alcance desses tratamentos é grande. De acordo com uma pesquisa do JPMorgan citada na reportagem, cerca de 10 milhões de norte-americanos usaram esses medicamentos no ano passado. A projeção é que o número possa chegar a 25 milhões até 2030.

O GLP-1 é um hormônio envolvido no controle do apetite e do açúcar no sangue, e os remédios dessa classe imitam sua ação no organismo. Ozempic e Wegovy são marcas da Novo Nordisk, empresa farmacêutica de origem dinamarquesa.

Suplementos e o que falta esclarecer

Segundo a reportagem, os efeitos colaterais do tratamento têm levado muitas pessoas a buscar suplementos alimentares pouco regulamentados. Esse é o ponto central da discussão, já que esses produtos não passam pelo mesmo tipo de controle aplicado a medicamentos.

O título da matéria original indica que ela explica os riscos associados a essa prática. No entanto, os trechos disponíveis não detalham quais seriam esses riscos, nem trazem avaliações de órgãos de saúde ou de especialistas sobre a eficácia dos suplementos. O relato de Allison, portanto, é uma experiência individual e não representa evidência de que os produtos funcionem para outras pessoas.

A decisão sobre usar ou não suplementos durante o tratamento com medicamentos à base de GLP-1 deve ser discutida com um profissional de saúde, que pode avaliar cada caso.

Perguntas frequentes

Por que usuários de Ozempic e Wegovy estão buscando suplementos?

Segundo a reportagem, para tentar aliviar efeitos colaterais como desconforto gastrointestinal, unhas quebradiças e fraqueza.

Os suplementos são regulamentados?

De acordo com o g1, são suplementos alimentares pouco regulamentados.

Fontes

g1

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Aviso: conteúdo informativo, baseado em fontes públicas. Não substitui consulta, diagnóstico ou orientação de um profissional de saúde.

Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado pela redação. Encontrou um erro? Fale com a gente.

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