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Durigan diz que governo buscará cumprir meta fiscal por meio do diálogo

Ministro da Fazenda afirma que medidas de ajuste estão em estudo e serão anunciadas em breve, após Lula definir a nova equipe econômica. Ainda não há detalhes sobre o impacto para o cidadão.

Texto: Redação
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SabrinaRevisão editorial: SabrinaEditora Sênior · ver perfil
Durigan diz que governo buscará cumprir meta fiscal por meio do diálogo
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil / Wikimedia Commons (CC BY 2.0)

Resumo rápido

  • Dario Durigan disse que o governo buscará cumprir a meta fiscal com diálogo com o mercado e o setor privado.
  • O ministro afirmou que há medidas de ajuste em estudo, algumas já prontas, a serem anunciadas em breve com aval de Lula.
  • Uma das possibilidades é ampliar a parcela do Orçamento que pode ser contingenciada, o que depende do Congresso.
  • Lula e Geraldo Alckmin serão reempossados em 5 de janeiro, e o período até lá foi chamado de transição.

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira (27), em Brasília, que o governo federal pretende conversar com representantes do mercado financeiro e do setor privado sobre medidas de ajuste que ajudem a cumprir a meta fiscal. A declaração foi dada a jornalistas na chegada ao Ministério da Fazenda.

Segundo o ministro, o compromisso do governo é com a responsabilidade e a estabilidade fiscal, e esse objetivo será perseguido por meio de diálogo com os diferentes setores.

O que o ministro disse sobre as medidas

Durigan contou que, na segunda-feira (26), procurou representantes do setor financeiro na tentativa de acalmar o mercado. O contato ocorreu um dia depois de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ser reeleito para mais quatro anos à frente do governo federal.

Sem dar detalhes, o ministro disse que a equipe de governo já discute medidas de ajuste fiscal. Entre as possibilidades está a ampliação da parcela do Orçamento da União que pode ser contingenciada, ou seja, temporariamente bloqueada. De acordo com Durigan, essa alteração depende de aprovação do Congresso Nacional.

O ministro afirmou que há várias medidas em estudo e algumas já prontas. Elas serão anunciadas em breve, mas só com a autorização de Lula, que antes pretende definir os novos integrantes da equipe econômica. Durigan também mencionou a busca pelo centro da meta, tema que, segundo ele, será tratado com o Congresso em breve.

Período de transição e o que falta esclarecer

Durigan classificou o momento atual como um período de transição, que vai do anúncio do resultado do segundo turno até 5 de janeiro, data em que Lula e o vice-presidente, Geraldo Alckmin, serão reempossados. Nesse intervalo, o presidente deve se reunir tanto com a equipe atual quanto com a que será escolhida para o novo mandato, para definir os próximos passos.

A meta fiscal é o objetivo de resultado para as contas públicas, e o contingenciamento é um dos instrumentos usados pelo governo para tentar alcançá-la ao longo do ano. Por isso, mudanças nessas regras costumam ser acompanhadas de perto pelo mercado.

As informações divulgadas até agora não indicam quais medidas serão adotadas, quando serão enviadas ao Congresso nem de que forma poderiam afetar benefícios, tributos ou serviços usados pela população. O ministro não deu valores, prazos específicos para os anúncios nem os nomes que devem compor a nova equipe econômica. Esses pontos dependem das decisões que o presidente tomar nas próximas semanas.

Perguntas frequentes

Quais medidas de ajuste fiscal serão adotadas?

Ainda não foram detalhadas. O ministro disse apenas que há várias em estudo e algumas prontas, que serão anunciadas em breve com autorização de Lula.

Quando Lula será reempossado?

Segundo a fonte, Lula e o vice-presidente, Geraldo Alckmin, serão reempossados em 5 de janeiro.

Fontes

Agência Brasil

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Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes acima e revisado pela redação. Encontrou um erro? Fale com a gente.

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